Em vida é preciso falar de morte...

Atualizado: Set 7

Assunto bizarro e um pouco longo... mas de extrema importância. Organizar sua vida financeira para sua partida é continuar zelando por sua família e patrimônio conquistado.  


Em uma visão geral Planejamento Sucessório é você deixar em vida tudo organizado para sua partida, morte, passagem, extinção, ida... chame como quiser... Nossa... Não estou sabendo deixar esse papo menos pior... Mas vamos lá...


O mestre dos mestres (Google) diz que Planejamento Sucessório é a pessoa registrar os seus bens, definindo como quer que seja feita a transferência de propriedade em caso de falecimento.


Bom, vou me dar de exemplo para não amedrontar ninguém, muito menos profetizar... (rs). 


Sou casada em regime de comunhão parcial de bens. Como não tínhamos nada, em caso de falecimento a pessoa que sobreviveu herdaria nada... kkk!  Ops! Correção! Tínhamos um carro, ou melhor, ele tinha um carro, mas como o amor nos cega, meu companheiro nem pensou no risco que corria! (KKK). Tenho uma filha que provavelmente será única, não tenho filhos fora do casamento e não possuo relação extra conjugal, que possa solicitar união estável de olho em minha fortuna (KKKK).  Então, em caso de falecimento, à vista disso, a questão será simples. Falo só por mim (KKK)!


Mas não posso dizer o mesmo de meu coleguinha Gugu. “Neiva do céu!” (rolando de rir, da Neiva, KKK!). Que bagunça é aquela! Descendentes, ascendentes, amantes e esposas em uma briga homérica pelos bens materiais e imateriais deixado pelo apresentador. Gostaria eu estar na pele dos advogados! Eles sim ficarão ricos!!! 



Deixando de lado a desgraça alheia, este fato se repete em muitas famílias.... Guardada as devidas proporções...


Conheci uma pessoa com muitos bens, fazendas, imóveis de altíssimo padrão, carros, etc. Deu uma vida de extremo conforto à esposa, aos filhos e agregados (você sabe que cunhado não é parente, né?! KKK) e viviam com uma espécie de mesada. Ao falecer, a família ficou “pobre” imediatamente. O valor do inventário era colossal, a “mesada” não seria mais paga, impostos das empresas se acumularam. Nem sei em que pé está essa história... (real).


Outra problemática bem comum é você ter uma empresa com sociedade, vamos pensar em dois sócios. Um dos sócios falece e 1/3 da empresa deve ser entregue aos beneficiários. Mas nenhum dos herdeiros tem interesse ou habilidade para assumir o lugar do falecido. A empresa também não tem dinheiro em caixa para repassar o valor de 1/3 para eles...


Dei exemplos de celebridade, gente rica e empresa... mas vamos pensar agora em gente normal, tipo nós. Tenho um imóvel de 600 mil reais (uau!!), um terreno de 100 mil reais (nossa!!!), um carro de 80 mil reais (já tô sonhando com o modelo) e 500 mil reais em investimentos (estou ricaaaa!). Aí morri! O valor do inventário é de 12% a 20% do total dos bens do casal! Pensando no pior caso (20%), a pessoa que ficou viva (por enquanto) deverá pagar quase 260 mil reais pela legalização da situação! “Neiva do céu”!!! (não resisti kkkkkkk).


Uma solução super estratégica é: ao realizar o Planejamento Sucessório, seu Mentor Financeiro pode lhe propor opções de proteção familiar e patrimonial, como por exemplo o Seguro de Vida e Previdência Privada.


Essa parte deixo para o especialista (#Oderson)!


Não quero que aconteça nada com você, mas corre, quanto mais velho a gente fica, mais caro são os seguros!



#ficaadica #andalogo 







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